Falta de segurança, ameaças a comerciantes e aumento de 300% de taxa: Luciene de Fofinho relata clima tenso no Mercado da Imaculada
Em visita realizada ao Mercado
Público da Imaculada nesta sábado (18), a vereadora Luciene de Fofinho fez uma
vistoria, conversou com os comerciantes locais e encontrou um clima de tensão e
medo de represálias, que predomina no local.
A parlamentar denuncia a gestão do
prefeito Berg Lima e relata que encontrou diversas irregularidades, constatadas
durante a sua visita. Dentre elas, a cobrança da taxa cobrada aos comerciantes
que obteve aumento considerável após o decreto editado pelo gestor, que elevou o
valor em cerca de 300% em relação ao que era cobrado, o que ela considera
abusivo.
“Hoje estivemos no mercado público
de Bayeux atendendo o chamado dos comerciantes que nesse momento estão
revoltados com o aumento tributário cobrado indevidamente por um decreto do
atual prefeito Berg Lima através da Secretaria da Fazenda / Divisão de Tributo
e Arrecadação. Que alcança mais de 300% de aumento da taxa paga anteriormente
pelos comerciantes”, pontuou Luciene.
Segundo Luciene, além da completa
falta de estrutura, iluminação, e segurança, o local de encontra sujo e
insalubre, situações críticas que pedem a atenção urgente da gestão municipal.
“Encontramos as mais diversas
denúncias além do aumento da taxa, e ainda nos foi relatado que há intimidação
e ameaça por parte da Administração do Mercado Público de Bayeux a esses
comerciantes, falta de segurança e suas mercadorias frequentemente furtadas,
iluminação precária, esgotos estourados, capinação e abandono do nosso Mercado
Público e carro pipa que não é utilizado a meses”, relatou a parlamentar.
Após a inspeção realizada ontem, a
vereadora anunciou que se reunirá com os comerciantes em assembleia, quando
pretende discutir os problemas encontrados, além da cobrança que considera
abusiva, de onde criará uma pauta que será levada aos órgãos judiais,
ministeriais e fiscalizadores para a devida apuração do caso.
“Estaremos nos reunindo com esses comerciantes
em uma assembléia com todos e levando aos órgãos competentes para apuração
desses fatos principalmente sobre os valores abusivos cobrados de forma
irresponsável e truculenta por parte da Administração”, concluiu.
Da Redação com Assessoria


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