Colégios militares não terão corte de recursos, diz porta-voz
O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, afirmou há pouco que o presidente Jair
Bolsonaro não cortará recursos de colégios militares, apesar do contingenciamento no Ministério
da Educação (MEC) de 30% de instituições federais de ensino. As unidades
militares estão vinculadas ao orçamento do Ministério da Defesa, por meio do
Exército Brasileiro.
“A Força tem autonomia na definição das prioridades com
relação aos recursos orçamentários de suas organizações. Por consequência, não
está ligada ao sistema colégio militar do Brasil essa reestruturação, que você
estão chamando de corte”, afirmou Rêgo Barros.
O porta-voz afirma que há uma “inversão da pirâmide” na
gestão de Bolsonaro, cuja intenção é privilegiar o ensino básico e o ensino
fundamental.
“Trata-se de uma equalização no sentido de privilegiar o
ensino básico e o ensino fundamental, e ainda que em menor quantidade, o ensino
universitário”, afirmou o Rêgo Barros.
O MEC, segundo o porta-voz, vai privilegiar projetos de
educação básica na destinação de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento
da Educação Básica (Fundeb) e a valorização de profissionais.
Presídios
O porta-voz também afirmou que o Ministério da Justiça e da
Segurança Pública tem como meta criar, ainda em 2019, por volta de 20 mil novas
vagas em presídios. Segundo ele, em parceria com Estados, o governo contribuiu
para a abertura de 2.841 vagas no sistema prisional em São Paulo, Mato Grosso
do Sul, Pará e Santa Catarina. O orçamento para a ação foi de R$ 172
milhões.
Foto: Marcos Arcoverde/Estadão

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