OPINIÃO: Bayeux entre a cruz e a espada
O presidente da Câmara e até bem pouco prefeito interino que
ajudou a ‘desgovernar’ Bayeux ainda mais, executou nova manobra maquiavélica. O
‘dono da casa’ mostrou que nada pode ser ruim que não possa piorar quando quem
manda só pensa em seu projeto pessoal.
Noquinha adiou a sessão que poderia cassar Berg Lima para o
próximo dia 08 de janeiro. Com isso decretou a impossibilidade de eleição
direta em caso de cassação de Berg.
Há quem diga que a cassação é certa, assim como a eleição de
Noquinha para a prefeitura, pela bancada da câmara.
Algumas perguntas ficam no ar: O que faz com que a maioria
dos parlamentares se curve diante de Noquinha mesmo sabendo que a população
está insatisfeita com a gestão do moço? Salários atrasados, desmandos,
nepotismo e tantos outros problemas não são vistos pelos parlamentares? Ninguém
vai se erguer contra isso? Nenhuma ação judicial? Nenhuma manifestação pública?
A população de Bayeux está refém, de mãos atadas e
provavelmente esse calvário durará mais dois anos.
Bayeux está entre a
cruz e a espada. A cruz da corrupção e a espada dos conchavos e do amor desenfreado
ao poder.
Resta ao povo torcer para que algo novo aconteça e
os que agora destroem a cidade sejam retirados da disputa.
Caco Pereira

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