MOÍDO: Irmão de presidente da Câmara é exonerado de cargo suspeito de 'gastos sem comprovações', em Alagoa Grande
O diretor da Escola José Ferreira de Paiva, de Canafístula,
Distrito de Alagoa Grande, José Edivaldo dos Santos Almeida, foi exonerado do
cargo por suspeita de desvio de dinheiro do Conselho Municipal de Educação da
Escola. Os cheques da instituição estavam sendo trocados em depósitos de
bebidas e em supermercados por dinheiro vivo.
Segundo relatos, José Edivaldo, conhecido como Zuza,
utilizava o dinheiro para consumir bebidas alcoólicas em bares com os amigos.
José Edivaldo é irmão do atual presidente da Câmara, vereador Marcelo de
Canafístula (PTC), e ocupava o cargo por indicação política do parlamentar.
Os recursos só podem ser utilizados para a melhoria da
infraestrutura física e pedagógica, o reforço da autogestão escolar e a
elevação dos índices de desempenho da educação básica.
Em um áudio que vazou em grupos de WhatsApp, Zuza confessa
que houve gastos exorbitantes, e faz referência a uma conta do Conselho com
saldo de R$ 8 mil. No trecho, o ex-diretor afirma que iria repôr o dinheiro
retirado, dando por entender que utilizou o dinheiro para práticas próprias.
Os cheques estavam retornando dos locais que eram passados
por estarem sem fundo, ou seja, sem saldo bancário, isso é possível identificar
no áudio, momento que Zuza diz; “os cheques que voltaram foi coberto”.
Ouça as palavras do próprio Zuza:
Em outro trecho, Zuza tenta jogar a responsabilidade para os
membros do Conselho, convocando uma reunião.
Escute:
O presidente da Câmara de Alagoa Grande, Marcelo de
Canafístula, tenta “abafar” o escândalo envolvendo o irmão, inclusive
revendendo bens materiais para repôr o dinheiro na conta do Conselho.
Da Redação

Macho, é o seguinte, pelo que consegui entender, quando ele diz 8 mil ele se refere ao número da conta, ele não confessa que gastou 8 mil no primeiro áudio. Mas o som ao fundo o torna suspeito, ao que me parece, trata-se de um bar, posso estar enganado. Se ele desviou mesmo, ele que pague por seus atos. Mas tem que haver uma investigação bem profunda, já que para algumas compras governamentais a depender do valor não se torna necessário o uso de licitação (vide lei 8666 de 1993).
ResponderExcluirTa bom voce agora qué passa a mao na cabessa.
ExcluirNão é passar a mão "anônimo", estou apenas fazendo uma análise isenta da situação, só posso concluir que apesar da gravidade dos fatos, foi leviano quem enviou o áudio pro "jornalista" pois não se deu o trabalho de interpretar corretamente o que escutou e o dito "jornalista" agiu de forma amadora ao publicar sem checar a veracidade dos fatos, digo, não se preocupou em ouvir com atenção o áudio 1 e no dois ele fala que vai convocar uma reunião e não tentar jogar a culpa no conselho. Entendeu agora?
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