'Messi na Internazionale? Talvez': Jornal italiano destaca outra bomba na capa desta terça
O Campeonato
Italiano pode voltar de vez aos holofotes do futebol mundial.Semanas após o bombástico anúncio da ida de Cristiano
Ronaldo à Juventus, que gerou frenesi entre torcedores do clube e
qualquer outro aficionado do esporte, a Serie A da Itália pode contar com outra
contratação com o mesmo nível de impacto - por incrível que isso possa parecer.
O tradicional jornal Tuttosport, um dos maiores do
país, amanheceu nesta terça-feira (24 de julho) com uma grande surpresa no
principal destaque de sua capa.
Segundo a publicação, a histórica rivalidade entre Messi e
Cristiano Ronaldo poderia ganhar um intrigante novo capítulo, desta vez em solo
italiano.
A Inter de Milão, tricampeã da Uefa Champions League e 18
vezes vencedora do Campeonato Italiano, teria aproveitado o embalo de sua rival
Juventus e estaria juntando forças para contar com o atacante argentino a
partir desta temporada.
O plano para promover tal transação, que à primeira vista
parece inviável, seria similar ao que a Velha Senhora usou para contar com
Cristiano Ronaldo: apostando no imenso retorno comercial e o potencial de
multiplicação de investimento devido ao patamar do argentino, a principal
patrocinadora do clube, Pirelli (empresa de pneus e tecnologia), estaria
disposta a abrir seus cofres para fazer o ''sacrifício'' de trazer Messi ao
Giuseppe Meazza - linha quase idêntica à tomada pela Fiat ao adquirir CR7.
Aos 30 anos de idade, Messi é o futebolista mais bem pago do
mundo no momento, recebendo anualmente cerca de 84 milhões de dólares
(aproximadamente R$317 milhões) segundo a revista Forbes, e pela identificação
do camisa 10 com o clube pelo qual atuou desde sua infância, seria necessário
muito ''incentivo'' para que o atacante deixasse seu legado no Barcelona para
trás e investisse em uma nova aventura na Internazionale.
Caso se concretize, a contratação faria com que o Campeonato
Italiano possivelmente retomasse o protagonismo que ostentava no final dos anos
1990 e início dos anos 2000, alterando o centro dos holofotes, tomado
drasticamente pelo futebol espanhol na última década, de volta ao país tetracampeão
do mundo.
